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Especialista no Controle de Combustíveis há mais de 20 anos, a Korth reune dicas para você evitar desvios e fraudes em campo

Em quase toda cadeia de produção de commodities o gasto com combustíveis acaba se mostrando um dos principais custos do processo. Seja no agronegócio, movimentação de cargas e logística, mineração, pavimentação de rodovias e etc, o combustível deve ser controlado da melhor forma possível. Mesmo que o consumo de combustível no seu negócio seja relativamente baixo você deve ter um mínimo de controle para garantir que não haja desvios e fraudes em campo. Lembre-se que o combustível é muito fácil de ser revendido e as chances de você ser prejudicado são maiores se os controles forem frouxos. Se fizer abastecimentos em campo, com caminhões comboio, o problema é muito maior. Basicamente, se você possuir um tanque com uma bomba de combustível no seu negócio, tem que controlar.

Nesse texto reunimos algumas dicas de segurança que podem ser implementadas sem grandes dificuldades e nenhum investimento adicional. Trabalhando com controle de combustíveis há mais de 20 anos, já vimos todo tipo de trapaça e “truques” para desviar combustível.

1 – TENHA UM FORNECEDOR CONFIÁVEL

Quase sempre o processo de compra de combustível está relacionado apenas ao preço do litro que cada fornecedor oferece. Mas não adianta pagar o melhor preço pelo combustível e ter problemas no recebimento. De forma geral, se o preço do combustível for muito abaixo dos concorrentes, desconfie. Geralmente, as refinarias possuem bons mecanismos de medição de volume de combustível e costumam ser mais confiáveis, mesmo porque podem ser duramente punidas se fraudarem as medições. O mesmo se aplica para distribuidores maiores. Nesses casos, se houver fraude será no transporte e entrega do produto.

2 – SAIBA O QUE ESTÁ RECEBENDO

O primeiro controle que deve ser feito é o recebimento do combustível. Um processo ideal de recebimento de combustível deveria ter a medição de temperatura e densidade do produto no momento que o caminhão da distribuidora chega para descarregar. Mas esse é um processo relativamente complicado, que depende de treinamento e alguns equipamentos e, todos sabemos, na prática será difícil de ser realizado. Mas, pelo menos algumas medidas podem ser tomadas para garantir que você está recebendo o que comprou:

• O responsável pelo recebimento deve ser confiável e verificar pessoalmente se os níveis estão atingindo a seta de medição no interior dos tanques do caminhão. Também deve verificar os lacres das tampas de visita, se estão íntegros. Não adianta perguntar para o entregador se está tudo certo, tem que subir no tanque e ver com seus próprios olhos.

• Ao terminar a descarga de combustível deve-se verificar se todos os compartimentos do tanque do caminhão estão realmente vazios. Para fazer uma boa verificação é fundamental que todas as tampas estejam abertas. Muitos entregadores malandros manipulam as válvulas do tanque e transferem combustível entre os compartimentos durante a descarga, deixando um “saldo” no caminhão. Esse saldo pode ser de até 500 litros, dependendo do tamanho do caminhão e da habilidade do entregador. Mantenha todas as tampas abertas e verifique os compartimentos ao mesmo tempo.

• É importante também verificar o nível do seu taque após o recebimento. Indicadores de nível visuais ou réguas de medição podem ser utilizados mas lembre-se que esses instrumentos possuem erros muitos grandes e não vão te mostrar pequenas diferenças de volume, ou seja, você não pode confiar apenas nisso, tem que cumprir as duas etapas anteriores também.

3 – CONTROLE A SAÍDA

Nunca permita que o combustível saia do seu tanque ou do comboio sem que haja um registro. Basicamente, combustível é dinheiro e deve ser controlado da mesma maneira que você controla sua conta bancária. Pense nas informações que você tem que preencher num cheque quando quer fazer um pagamento. São as mesmas que você deve ter quando forem retirar seu combustível, quais sejam, QUANTO, QUEM, QUANDO e ONDE.

QUANTO: no cheque é representado pela quantidade de dinheiro e no combustível será o volume marcado pelo medidor da bomba. A leitura do odômetro e horímetro também são fundamentais aqui.

QUEM: quando se preenche um cheque há o campo do sacado (banco, número da conta, nome, etc) e o campo do beneficiado, onde você preenche o cheque nominal. Com o combustível se passa o mesmo, você precisa saber quem foi o responsável pelo abastecimento (comboísta, frentista ou o próprio condutor) e quem recebeu o combustível (número da frota, placa, etc). Também é interessante fazer o condutor ou operador da máquina assinar a anotação, pois isso faz com que mais gente fique envolvida e ajuda a diminuir as fraudes já que o medo de punição pode fazer os outros envolvidos fiscalizarem melhor a operação.

QUANDO: saber quando foi retirado o combustível é importante para evitar apontamentos fraudulentos. Por exemplo: uma determinada máquina foi abastecida duas vezes no mesmo dia mas seu consumo/hora não justifica isso.

ONDE: para pontos fixos deve ser indicado de qual tanque o combustível saiu (Bomba1, Bomba2, etc) para que você possa posteriormente conferir os encerrantes dos medidores. No caso do comboio, além de identificar qual comboio fez o abastecimento, você também pode indicar em qual localidade foi feita, por exemplo: lote 1, talhão 16, etc

4 – MANTENHA O FOCO

No item 3 acima sugerimos os dados que devem ser coletados para fazer um bom controle de abastecimento. Porém, isso merece uma reflexão cuidadosa. As pessoas não gostam de cumprir muita burocracia. Seja por que não entendem o que se está pedindo, seja porque não veem motivo para aquilo ou por simples preguiça, o fato é que as pessoas não gostam de preencher formulários e fornecer muitas informações. Você tem que conhecer sua equipe e saber o que se pode esperar dela. Nessa hora, vale a velha frase “mais vale um burro que me carregue do que um cavalo que me derrube”. O mínimo que se espera de um registro de abastecimento é identificação da frota, volume abastecido e km ou horímetro. Se você exigir muitas informações periféricas, os usuários começarão a preencher de forma mecanizada, colocando qualquer coisa apenas para se livrar daquilo. Logo começarão a dizer que esse procedimento é só fogo de palha e que não vai dar em nada. Se você não tiver como checar as informações é pior ainda, pois logo vão perceber que não interessa o que se coloque ali ninguém vai conseguir descobrir. Pronto! Seu controle acabou de ruir. O melhor é começar com o mínimo, aquilo que dá pra ser comprovado e mostrar que está de olho. Como pode um horímetro variar mais que 24 horas por dia? Como pode um tanque de 60 litros receber 80L? Broncas e punições podem ser necessárias nessa fase.

Outro detalhe importante é que os tanques grandes são mais suscetíveis a fraudes. É muito mais fácil desviar 40 litros de uma máquina com tanque de 800 litros do que de um caminhão com tanque de 100 litros. Se você tiver que exigir mais informações dos usuários, prefira fazer isso para os equipamentos com tanques grandes e deixe os pequenos para outra fase.

5 – CONHEÇA SEUS EQUIPAMENTOS

Sempre que se fala em controle de abastecimento e quase instantâneo se pensar nas médias de consumo de seus veículos e máquinas. Mas esse é um dos números mais difíceis de se conseguir na prática. Talvez se consiga números aproximados mas, conhecer as médias com precisão é mais complicado. Isso se deve a vários fatores com por exemplo:

• Condições de trabalho diferentes geram médias diferentes. Chuva, vento, tipo de implemento utilizado, peso transportado, velocidade média, e etc, afetam a média de consumo diretamente.

• Para saber as médias é necessário conhecer bem os odômetros e horímetros de cada veículo. O que parece fácil, na prática é bem mais complicado por causa dos erros de apontamento.

• Os dados que você possui atualmente já podem estar contaminados pelos desvios e fraudes.

Mas, se o cálculo de média não é um número confiável, você tem que saber pelo menos a capacidade do tanque de cada uma de suas máquinas para evitar que, por exemplo, abasteçam com 100 litros um tanque onde só cabem 60 litros. Outra informação importante é a média indicada pelo fabricante para, pelo menos, ter um indicativo de consumo esperado.

6 – FECHE TODAS AS SAÍDAS

De maneira geral os tanques de armazenamento, tanto fixos com móveis, possuem válvulas de drenagem, tampas de visita e outros pontos que podem ser abertos sem muita dificuldade. Você precisa identificar e fechar todos esses pontos com lacres ou mesmo cadeados. Se ficar um descoberto, é por ele que vai sair. Lembre-se também que tudo que foi fechado deve ser verificado de tempos em tempos. Se romperem um lacre e ninguém perceber, no outro dia estarão todos rompidos.

7 – MANTENHA SEUS MEDIDORES CALIBRADOS

A única ferramenta realmente obrigatória para quem pretende fazer um bom controle de combustível é um balde aferidor de 20 litros. Se você não tem compre assim que possível. Não é caro nem difícil de encontrar.

Esse dispositivo nada mais é que um reservatório de aço onde há uma marcação de volume bastante precisa. Nele cabem exatamente 20 litros aferidos pelo Inmetro.

Para que serve o balde de aferição? Todos os medidores volumétricos são aferidos pelo fabricante mas com o uso e desgaste começam apresentam variações na medida. Como essas variações ocorrem muito vagarosamente, os medidores possuem um ajuste mecânico que permite regular a folga do bloco e compensar o erro de medição. O balde aferidor serve exatamente para verificar o erro de medição que o bloco está apresentando e corrigir caso haja discrepância.

Normalmente as aferições dos blocos devem ser mensais e as calibrações podem ocorrer a cada seis meses.

De forma geral, blocos de pistão (Gilbarco, Wayne, Bremen) possuem um erro de 0,2% o que significa que no seu balde os 20 litros pode haver uma variação de ±40ml. Os blocos compactos, de disco nutante (Piusi, Fillrite), possuem um erro muito maior de cerca de 1%. Nesse caso, a variação no balde será de ±200ml. Se tiver dúvidas, no Youtube existem vídeos que mostram como se usa um balde aferidor

Porque tudo isso é importante? Uma das maneiras mais comuns de desviar combustível é exatamente alterando a calibração do bloco. Alterando-se a calibração, o indicador do bloco pode por exemplo, mostrar que saíram 20 litros, quando na verdade saíram 20,5 litros o que seria um desvio de 2,5%. Em 1000 litros isso significará 25 litros e em 10000 litros serão 250 litros. Essa diferença vai ficar sobrando no reservatório e poderá ser retirada sem que ninguém perceba.

Mas lembre-se! Aquele galão de plástico velho, que você sempre usou para aferir não serve. Galões de plástico ou qualquer outro reservatório não são feitos para isso e você não vai conseguir pegar pequenas diferenças na aferição.

8 – CUIDADO REDOBRADO COM TERCEIROS

O ideal é que o combustível próprio sirva apenas para abastecer suas máquinas e veículos e que os terceiros façam isso por sua própria conta. Porém, sabemos que na maioria das vezes isso não é possível, que o terceiro não tem estrutura para abastecer seus equipamentos.

Quando o abastecimento dos terceiros é feito por você, é necessário prestar atenção em duas situações distintas. Se você desconta os litros utilizados por ele na hora do pagamento dos serviços, a tendência é que ele suborne o frentista e faça com que menos combustível seja marcado na sua conta. Nesse caso, as máquinas do terceiro parecerão mais econômicas do que as suas.

Se você contrata a empreita a preço fechado e fornece o combustível, o terceiro pode simplesmente esvaziar o tanque colocando num galão e pedir outro abastecimento e, nesse caso, as máquinas dos terceiros parcerão gastar mais que as suas.

É óbvio que os terceiros muitas vezes são pessoas confiáveis e não farão isso mas, por se tratarem de empresas menores, com menos controles, as vezes seus próprios funcionários estão fazendo sem que eles saibam.

Lembre-se que desviar combustível em coluio com o terceiro é uma das maneiras mais fáceis e seguras de fraude. Isso porque abastecer o terceiro será uma operação comum, esperada e que não desperta desconfiança. É diferente por exemplo, quando o comboísta estaciona debaixo de uma árvore e abastece alguns galões, pois isso é suspeito, alguém pode passar e ver. No caso do terceiro, basta para o comboísta mau intencionado trocar os apontamentos no papel. Na prática, ele coloca 100 litros na sua máquina e 150 na máquina do terceiro, mas no papel ele aponta ao contrário. Os encerrantes vão bater e ninguém perceberá uma atitude suspeita.

Por isso, se for abastecer terceiros, mantenha para eles os mesmos controles que faz para suas máquinas, de forma que possa calcular suas médias. Se desconfiar de alguma coisa, troque de comboísta por um tempo e veja se os consumos continuam os mesmos.

9 – SEGURANÇA E OTIMIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO.

A agilidade no acesso aos dados, facilita a tomada de decisão. Essa premissa aplica-se cada vez mais no contexto atual, no qual trabalha-se com quantidades de dados cada vez maiores.

Hoje, ter esses dados armazenados com segurança, em uma base de dados simples e de fácil acesso, é de suma importância para auxiliar na tomada de decisão e no direcionamento de ações preventivas e corretivas, que podem impactar diretamente no controle de combustível, podendo gerar economia e evitar desvios ou desperdícios.

Tenha em mente a necessidade de um bom software ou planilha de gestão de dados, e a agilidade para que as informações de apontamento no campo cheguem até eles o mais breve e confiáveis quanto possíveis. Hoje no mercado de tecnologia da informação, existem diversas empresas que fornecem aplicativos de baixo custo, muitas vezes modulares à demanda do cliente, que podem auxiliar nos apontamentos operacionais que acontecem no campo. Eliminando a velha necessidade de preenchimento de fichas que além de imprecisas, geram uma cadeia de processos que vão do recolhimento junto aos operadores, ao lançamento dessas informações junto às bases de dados.

10 – O PREÇO DA SEGURANÇA É A ETERNA VIGILÂNCIA

Sim, aqui também você vai ver esse eterno clichê. Mas é verdade. Nós costumamos dizer que o controle de combustível é uma sala com 100 portas, onde você colocou um cadeado em cada uma. O problema é que se um cadeado for rompido e ninguém tomar uma atitude, nos próximos dias todos os cadeados serão rompidos e seu controle vai por água abaixo. Cada tentativa de se implementar um bom controle de combustível que falha, faz com que a próxima seja mais difícil de ser implantada pois os usuários deixam de acreditar e temer. Quase toda tentativa frustrada de implantar um sistema de controle de combustível tem isso em comum: no início há um esforço concentrado, treinamentos, acompanhamento em campo e etc. Aos poucos, o controle começa afrouxar, os usuários começam a fazer pequenos testes, cometendo um errinho proposital aqui e ali e percebem que não estão mais sendo observados. Daí, volta tudo como era antes. Tenha certeza, essa é a dica mais importante e também o procedimento mais difícil de se manter quando se trata de controle de combustíveis.

Se você se dispuser a fazer um bom controle de combustíveis tente dedicar um tempo fixo seu ou de um dos seus colaboradores para isso. Periodicamente alguém precisa verificar o que está acontecendo, verificar os lacres, os encerrantes, as médias e os saldos. De preferência, escolha uma pessoa que não tem muita relação com esse assunto, que não faça parte do processo de compras ou manutenção. Se você conseguir uma economia de 1 ou 2% poderá pagar essa despesa e ainda deve sobrar dinheiro no caixa.

Quer saber mais sobre como economizar combustível na sua frota? Conheça o Korth Guardian. Entre em contato conosco:

(16) 3416-1326

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Operações de campo da construção civil, mineração, portuárias, de agronegócio, entre outras, não são brincadeiras de criança!

O trabalho em condições extremas, com máquinas pesadas, caminhões de grande porte estão inseridos em contextos que exigem cuidados, principalmente aos profissionais em atuação, mas também às ferramentas de apoio ao trabalho.

Quando a tecnologia entrou em ação para facilitar o ‘trabalho pesado’, essa exigência aumentou: imagine o prestador de uma empresa realizando a ação de prospecção mineral e utilizando-se de um tablet para auxílio na coleta de informações. Enquanto ele manuseia o dispositivo, fragmentos de minérios são, possivelmente, lançados, atingindo o equipamento. Isso acontece, e com frequência, não só no setor de mineração mas em diversos outros ambientes de trabalho mais adversos.

Pensando nestas situações, foi lançado no mercado em 2015, o Turtur Case - um case sem ‘firulas’, cores vibrantes ou personagens infantis. Produzido em material dificilmente quebrável -ABS de alto impacto, santoprene e policarbonato, o Turtur case foi desenvolvido para proteger dispositivos em condições de trabalho difíceis. Sua estrutura robusta proporciona elevado nível de proteção ao tablet e, consequentemente, às informações coletadas através do dispositivo. O Turtur Case de fato protege os dispositivos de sua operação. O resto, é maquiagem!

Entre em contato com a equipe de vendas e conheça mais sobre o Turtur Case:

Tallys Marotti

Telefone: (16) 9 9199-1018

Skype: tallys.korth.br

e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Turtur Case

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Com mais operações de commodities, para lucrar com safra, produtor deve investir em tecnologia para reduzir custos e ampliar produção

A quebra da safra argentina de soja, ocasionada pelo longo período de estiagem naquele país, mudou o cenário comercial desta oleaginosa em todo o mundo.

 

De um lado, produtores vizinhos da Argentina comemoram, como o Mato Grosso do Sul por exemplo, que viu as vendas do produto crescerem 352% entre janeiro e março deste ano, em relação ao mesmo período de 2017 - representando um total de 118.5 mil toneladas.

 

Por outro lado, a queda nas reservas globais de soja levaram ao aumento de cotações das commodities agrícolas, ocasionando o natural ‘estreitamento’ das margens de lucro dos produtores.

 

No contexto em que se demanda aumento de produção e de operações de commodities, o investimento em máquinas, equipamentos e soluções para redução de custos produtivos é premente. O diretor industrial da Korth, Nelson Margarido, opina:

 

“No presente cenário, o investimento em tecnologia, máquinas e insumos é fundamental. O produtor precisa extrair o máximo do seu rendimento na produção e colheita. Como? Com tecnologia e redução de custos produtivos”.

 

Neste contexto, associados à redução de juros do Plano Safra, observa-se, já, um incremento nas vendas do setor. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) estima um crescimento de 3,7% até o final do ano.

Margarido concorda. Ele aponta um aumento importante na busca e aquisição do Korth Guardian, o mais completo sistema de controle de gastos com combustível em campo, neste ano. “Sendo um dos principais formadores dos custos de produção no agronegócio, o controle de combustível é uma ferramenta fundamental para aumentar as margens de lucro do negócio. A adoção desse sistema causa pouco impacto na operação e estima-se um pay-back do investimento entre 8 e 10 meses. Através das ferramentas do sistema, normalmente se alcança economia de 5% nos gastos com combustíveis - podendo chegar a 15% em casos mais extremos - de forma precisa e segura. São números como este que representarão, no final da safra, o lucro do produtor”, finaliza.

Quer saber mais sobre como economizar combustível na sua frota? Conheça o Korth Guardian. Entre em contato conosco:

(16) 3416-1326

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O sistema é o único do mercado com preço fechado. Ou seja, sua empresa investe apenas uma vez garantindo retorno rápido e qualidade

É bastante comum empresas serem surpreendidas por mensalidades e taxas de atualização constantes de aplicativos de gestão e controle contratados.

Com o Korth Guardian é diferente. O mais completo sistema de controle de abastecimento de campo ou pista da América Latina, composto de software e equipamentos de automação, é o único do mercado nacional com custo fechado.

O que isso quer dizer?

Que a sua empresa investe apenas uma vez no produto, sabendo exatamente o quanto vai gastar com o projeto e determinando precisamente o tempo de payback. O diretor industrial da Korth, Nelson Margarido, fala sobre o diferencial:

“O que oferecemos ao nosso cliente é a chance de calcular o custo real da automação do processo. Isso é uma novidade no mercado, pois todos os sistemas similares cobram mensalidades e/ou pela atualização dos softwares, deixando o empresário inseguro sobre o investimento ”.

E os benefícios do Korth Guardian não param por aí. Atualização constante do sistema, disponibilidade de produtos para quaisquer perfis de operações, facilidade na operação e utilização da tecnologia Rfid são somente algumas das vantagens. Destacam-se também, os aplicativos de apoio, como o Korth Bridge, Configurador e Gerenciador que podem ser adquiridos no Google Play sem custo adicional.

Converse com um de nossos consultores e conheça mais sobre o Korth Guardian:

(16) 3416-1326

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Acontecerá de 11 a 13 de Abril em Santa Rita do Passa Quatro, Região de Ribeirão Preto (SP), a EXPOFOREST.

A Expoforest é a única Feira única feira florestal dinâmica da América Latina que apresenta tecnologias voltadas à produção de madeira proveniente de florestas plantadas. Com o passar das edições e com o crescimento da feira, ela se tornou, em 2014, a maior feira florestal das Américas.

Esta inovação em eventos florestais da América Latina garantiu aos visitantes a possibilidade de ver máquinas e equipamentos em operação. Uma experiência única, que proporciona ao visitante a verdadeira sensação extrema da realidade das florestas plantadas no Brasil.

Em 2018 serão mais de 250 expositores, 4km de trilhas e mais de 25.000 participantes.

Nos últimos anos, o Brasil atraiu investimentos internacionais para o setor, abrindo novas fronteiras florestais e ganhando em escala com o aprimoramento de técnicas, usos de novas tecnologias e investimentos em pesquisas. A Korth marcará presença neste evento de tamanha importância para o setor florestal Brasileiro.

EXPOFOREST 2018

De 11 a 13 de Abril

Santa Rita do Passa Quatro/ SP

Expoforest

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Estudo realizado pelo Jornal Folha de São Paulo com base em dados disponibilizados por 9 estados sobre crimes contra patrimônios (2017).

É certo que não se deve justificar o aumento da criminalidade somente por questões econômicas, já que as políticas de segurança brasileiras tem urgências históricas. Porém, o aumento da escala de roubos, apontam especialistas, é um dos efeitos diretos do alto índice desemprego do país, que atingiu a marca de 12,2% em out. de 2017 (Pnad Contínua/IBGE)

Embora os holofotes estejam todos voltados para o Rio de Janeiro, um dos estados mais impactados pela crise econômica e de governos, a situação se repete em todo o país. Em Campinas (SP), por exemplo, o número de ocorrências cresceu 19% entre 2013 e 2017.

E todas as áreas produtivas sofrem impactos. O aumento do número de roubo de cargas, por exemplo, fez transportadoras criarem a chamada Taxa de Emergência Excepcional (EMEX), onerando toda uma cadeia produtiva.

E as operações agrícolas não fogem à regra. Reportagem veiculada na edição de 3 de março do Jornal Nacional, aponta que produtores rurais, devido ao aumento de assaltos violentos, vêm desviando recursos destinados à produção para investimento em segurança no campo.

Neste contexto, o combustível - ‘ouro líquido’ da produção agroindustrial - torna-se ainda mais visado, principalmente em operações desprotegidas, que se utilizam de métodos não profissionais para o controle de abastecimentos.

Para o diretor industrial da Korth, Nelson Margarido, o combustível é ‘prato cheio’ para desvios e comércio ilegal. “Se empresa não se utilizar de soluções completas e eficazes para o controle de gastos com combustíveis, certamente os desvios acontecem”. Ele lembra que, mesmo sem qualquer cenário de crise, o desvio de combustíveis em operações de campo e pista no Brasil é de cerca de 3%.

“Em um momento de desemprego, dificuldades econômicas, esse número tende a crescer”, opina.

O Korth Guardian é a ferramenta de controle de abastecimento mais completa do mercado. Composta de software e de equipamentos de automação de bombas e tanques, permite o total controle de uso de combustíveis em operações.

Quer saber mais? Entre em contato com a Korth:

(16) 3416-1326

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